O Fabuloso Destino de Amélie Poulain em 10 GIFs

Por Thaís Lira

“O fabuloso destino de Amélie Poulain” tem sido o meu filme favorito, desde a 1ª vez que o assisti, há muitos anos atrás. É o tipo de filme que já assisti tantas vezes, que perdi a conta. O tipo de filme que orgulhosamente,  repito as frases, e vivencio 10 mil vezes cada cena. “Decorado e salteado”. Sem contar que, é o filme que mais recomendo às pessoas que estão a minha volta. Ainda pretendo fazer um vídeo e um super texto sobre isso. É que, quando trata-se de “O fabuloso Destino de Amélie Poulain”, é até difícil de pensar e seguir um roteiro.

Veja abaixo “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” em 10 GIFs:

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Séries e seriados: Jessica Jones | 1ª Temporada

Bonjour!
Como vocês estão? Espero que estejam bem.


Vai ficar enjoativo, eu sei! Massssssss, eu preciso falar sobre séries! Então, se você não é um “louco por séries” como eu, peço licença. É só um pouquinho. Prometo!
Tenho aproveitado o mês de Janeiro, para colocar algumas séries em dia. E claro, conhecer séries novas. Como disse a vocês, estou fazendo maratona de séries há alguns dias. Nessa última semana, assisti “Orange is the new Black”, “Sense8” (ambos têm postagem aqui no blog) e encerrei essa madrugada “Jessica Jones” da Marvel. E como viram no título, é sobre essa série que iremos falar hoje.

Observação: Não gosto de chamar esse tipo de artigo de resenha, até por que, a ideia é apenas passar minhas primeiras impressões, e deixá-los aguçados a assistirem. Além do mais, há um montão de blogs que contém formadores de opinião sobre filmes e séries, por aí; que – cá entre nós – são ótimos! Fazem isso muito melhor do que eu. Enfim, bora ao que interessa?

Assim que a série foi lançada no Netflix (Novembro, talvez), um amigo me mandou uma mensagem no Whatsapp, dizendo que eu precisava assistir essa série. Ele disse que lembrou-se de mim ao assisti-la. E quando perguntei o motivo, ele respondeu: “Assiste, que você vai saber!”.  Quis socar a cara dele, mas relevei. E deixei pra lá. Na hora que desse certo, assistiria. E assim foi.

Coloquei o primeiro episódio, como quem não queria nada. Juro. Se fosse chato, eu tirava e já era. Simples assim. Confesso que não criei muitas expectativas. E, bom, a verdade é que no fim das contas, assisti a primeira temporada inteirinha de ontem pra hoje. Sem pausas. Não consegui E sim! Estou escrevendo essa postagem “virada”. Por que eu precisava falar sobre Jessica Jones.

Então, vamos falar sobre Jessica Jones.

Jessica Jones é um dos personagens fictícios do quadrinista Brian Michael Bendis. Apesar de ser conhecida pelos viciados em HQ’s, ela era pouquíssimo mencionada até então. Como bem disse um amigo meu: “A Marvel de – de fato- vida ao personagem! O fez reviver!”. Tanto na série, quanto no HQ, Jones é uma mulher com poderes, que desiste completamente de sua “carreira como super-heroína”, para trabalhar como investigadora particular pelo mundo afora. Ou melhor, em sua cidade. Mas, a grande verdade, é que um herói/heroína, não consegue se livrar tão facilmente de sua verdadeira identidade.

A história começa a se desenrolar, quando um casal aparece na casa de Jones, solicitando que ela encontrasse Hope (filha do casal), que estava desaparecida. Jones aceita o serviço, e descobre que o mesmo, tinha muito mais a ver com ela, do que com a própria jovem desaparecida.

O desenrolar da série, é corretíssimo. Não consegui encontrar nem um erro com relação ao roteiro. Uma coisa, sempre liga a outra. Tudo certinho. E cara, como é bom assistir uma série assim!

Sem exagero: A primeira temporada da série, ficou muito boa! Digna de Marvel. Está um pouco diferente, por conter mais cenas de sexo e violência do que costuma ter nas produções da Marvel. Mas, não desqualifica o trabalho. De modo algum! Produção excelente. Os cenários foram muito bem montados (gosto muito das atenuações em roxo/purpura que a rola – principalmente – nas cenas entre Jessica e o vição). Os diálogos bem elaborados (com doses bem sutis de bom humor), as trilhas sonoras são ótimas (todas dão referência às produções da Marvel), os personagens muito bem construídos. E bota “bem construídos” nisso! A atuação de Krysten Ritter está impecável. Não sabia que ela era tão boa assim. Ela conseguiu consagrar o personagem. Também devo destacar a atuação de Eka Darville (ele faz o Malcolm, amigo de Jones), Rachael Raylor (irmã adotiva de Jones), Mike Colter (amorzinho da Jessie #bancandoabestfriend) e David Tennant (o épico vilão!); pra mim, foram os que mais arrebentaram nessa temporada. Atuações incríveis.

Mas ó, tô sentindo que já estou dando uns spoilers. Então, é melhor eu parar por aqui.

Ah! Quero deixar uma segunda observação ao meu amiguinho, que disse ter se lembrado de mim ao assistir Jessica Jones: Amei. É dessa maneira mesmo! hahahahaha #entendedoresentenderão

Ficha Técnica
Jessica Jones – 2015
Duração: 13 episódios
Gênero: Investigação/Drama/Ação
Criadora: Melissa Rosenberg
Elenco: Krysten Ritter, Mike Colter, David Tennant, Rachael Taylor, Carrie-Anne Moss, Eka Darville, Erin Moriarty, Wil Traval, Susie Abromeit Phil Cappadora

Agora, o jeito é esperar (ansiosamente) pela próxima temporada. E, convenhamos, essa é a pior parte da história toda.


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Séries e seriados: Sense8 – 1ª Temporada

Por Thaís Lira

Bonjour, como você está? Espero que esteja tudo bem por aí.


Semana passada, fiz a postagem sobre as minhas primeiras impressões acerca de “Orange is the new black”. Que por sinal, em três dias, consegui concluir as três temporadas disponíveis no “Netflix”. E estou aguardando ansiosamente pela 4ª temporada. Todas as minhas primeiras impressões sobre a série, permanecem. A diferença, é que acabei invertendo a ordem de personagens prediletos. E acredite em mim: A série fica cada vez melhor.

Hoje, venho transmitir (ou tentar) minhas primeiras impressões sobre “Sense8” (também original da Netflix). Quem me indicou essa série, foi minha grande amiga, Juliana (beijo leitão!). Ela adora essa série, e já assistiu umas quatro vezes. Então, resolvi aceitar a dica e assistir também.

Neste exato momento, estou no 5º episódio. Fiquei super confusa nos primeiros dois episódios dessa temporada. Não sei se aconteceu com todos que assistiram, mas, não consegui entender bulhufas alguma no começo. Penso que deve ser estratégico (oremos!). Num aspecto geral, a série parece ser bem complexa. Acontece que, no decorrer da história, a gente acaba se familiarizando e compreendendo tudinho. Até por que, a série vai se desenrolando muito bem, e tudo vai se encaixando perfeitamente.

A série tem 8 personagens principais (por sinal, muito bem construídos!). Estão espalhados pelo mundo. E todos eles têm algo em comum: Uma misteriosa ligação psíquica. Esses primeiros cinco episódios, têm o claro objetivo de mostrar a história de cada personagem. Suas histórias são completamente diferentes. Mas os criadores da série, conseguiram encontrar um forma de co-ligá-las, tornando-as uma só.

Por hora, são essas as minhas percepções sobre a série. Pretendo terminar essa temporada ainda hoje. Ah! Vale ressaltar, que essa primeira temporada tem apenas 8 episódios, com média de 60 minutos cada um. Se fizer uma maratona, dá pra assistir a temporada inteirinha, em um único dia.

Se assistir, me conta, tá?

Beijo e queijo!


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Séries e seriados: “Orange is the new black” | Minhas impressões {TP 1}

Estava a procura de uma série um pouco mais descontraída e fora do padrão de séries quais costumo acompanhar nessa vida de viciada em séries. E puxa! Estava bem difícil de escolher a melhor opção, vez que já assisti grande parte das grandes séries que temos por aí. Mas, amigos existem para isso: Indicar séries. E foi isso que o Bruno Farias (um dos melhores amigos do mundo) fez. Ele me indicou “Orange is the new black”, que é uma série original da Netflix. Até o momento, a série possui 4 temporadas. Cada uma, com 13 episódios. Cada episódio, tem duração média de 60 minutos. Apesar de ser uma série considerada cômica, pode-se dizer que ela aborda temas muito polêmicos, com boas sacadas e pitadas de bom humor.

Do quê se trata a série “Orange is the new black”:

A série criada por Jenji Kohan (2013), tem como personagem principal, Piper. Piper está na casa dos 30 anos, noiva, bem sucedida, e completamente livre de seu passado. Ou melhor, isso era o quê ela queria. Mas, na verdade, Piper acaba de ser sentenciada a 15 meses de prisão, por um crime que cometeu há quase dez anos. E é exatamente nessa prisão, que a história começa a ganhar vida. E não é apenas a história de Piper que rouba a cena; cada uma das detentas quais aparecem em destaque na série, têm suas histórias contadas no decorrer da primeira temporada. E esse é o brilho da coisa toda: A gente descobre o motivo que levaram a cada uma delas de estar ali, naquela prisão. E descobrimos também, o quanto temos um pouco de cada personagem da série -bem aqui- dentro de nós. Vale a pena, de verdade!

Jones, sua linda! ❤

Minhas primeiras impressões sobre a série: Mamilos polêmicos. Sim! A primeira coisa que aparece na série, são tetas. Muitos peitos. Mas, eu juro: Você vai se acostumar com a “peitaria” toda.

Miga, sua loka!

Brincadeiras a parte, a série cativa. Cativa tanto, que eu assisti a primeira temporada inteirinha, na mesma noite. E veja bem, eu não tinha pretensão alguma de passar a noite assistindo aquela série. Juro que eu pretendia assistir um episódio por dia. Meu planinho, não deu certo. Mas valeu a pena quebrar a rotina e fugir dos planos.

Ri horrores. Ri de verdade (confesso: berrei!).

A foto acima, diz muito sobre cada personagem. Ainda não tenho o nome de todos na ponta da língua. Até poderia jogar uma lista com o nome e características de cada um. Mas, vou evitar desgaste mental. E claro, deixar que vocês descobram o nome e as características de cada um deles. Mas, ainda assim, há outros quatro personagens (além da Jones), quais vale a pena mencionar: Sophia, Alex, Bennett e Nicky! ❤


Notas de uma observadora:
São os favoritos do momento. E só pra deixar BEM CLARO: Eu DETESTO o policial “Pornstache”. E acho o Larry super desnecessário nessa série. Ah, queria ter protagonizado a última cena da primeira temporada. #ficadica


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Guia de estilo: Coco Chanel | Tomboy Style

 


Não tem como falar sobre estilo, e não mencionar o “Tomboy Style”. E não tem como falar sobre “Tomboy Style” e não mencionar Coco Chanel – o maior ícone de estilo de todos os tempos. E é com ela, que começaremos esse artigo.

Gabrielle Bonheur Chanel (Saumur, 19 de agosto de 1883Paris, 10 de janeiro de 1971)[1] foi uma estilista francesa e fundadora da marca Chanel. É a única estilista presente na lista das cem pessoas mais importantes da história do século XX da revista Time.

Gabrielle Chanel, antes de tornar-se uma das pessoas mais importantes do século XX, passou sua infância em um orfanato. E sua adolescência como cantora em um “café-concerto” de oficiais, na França. Foi nessa época, que Gabrielle recebeu -possivelmente- de um dos oficiais, o apelido de “Coco”, por sua interpretação na música “Qui qu’a vu Coco dans l’Trocadéro”. 

Mesmo trabalhando como cantora, Coco sempre amou costurar. Era ela quem produzia seus próprios figurinos. E mesmo não havendo chance alguma para Coco dentro daquele café, ela acaba conhecendo muitos oficiais. Dentre eles, o oficial Balsan, que era herdeiro de uma fábrica de tecidos. Através dessa amizade, Coco passa a frequentar a alta sociedade. E acaba conhecendo o milionário Arthur Capel.


Capel foi o grande amor de sua vida. Mas, também foi um grande colaborador para o sucesso de Coco Chanel, quando a ajudou a abrir sua primeira loja de chapéus na França. A história quase proibida de amor entre Capel e Coco, teve um fim trágico em 1919, quando Capel morre em um acidente de carro. Coco, apesar disso, resolve seguir sua vida; abrindo sua própria casa de costura. E foi nessa casa de costura que Chanel lançou as primeiras calças femininas.



Aproveito para indicar a vocês o filme “Coco before Chanel” (fique de olho, pois haverá resenha), que conta -com absoluta maestria-, um pouco da história de Gabrielle Chanel, antes de tornar-se Coco Chanel.


 

Coco Chanel aplicava em seus looks, detalhes que até então, pertenciam as produções masculinas de sua época; trazendo liberdade e conforto aos looks femininos.

“Eu criei um estilo para um mundo inteiro.
Vê-se em todas as lojas “estilo Chanel”. Não há nada que se assemelhe. Sou escrava do meu estilo. Um estilo não sai da moda; Chanel não sai da moda.”
Coco Chanel

ESTILO TOMBOY:

Não preciso dizer que o estilo Tomboy, teve como maior referência, a poderosa Coco Chanel, não é mesmo?

Como mencionamos acima, conforto e liberdade, eram as principais características de cada look criado por Coco Chanel. E hoje, podemos usufruir dessa liberdade com muita elegância e criatividade.

Camisas, gravatas, óculos de lente transparente, calças de alfaiataria, t-shirts, chapéus, bonés, bolsas transversais, casacos, blazers, calças de cortes mais retos, menor quantidade de acessórios, cabelos “meio bagunçados”, coletes, e o queridinho sapato oxford, são algumas das características contidas nesse estilo. 

Para contrapor, você pode optar por scarpin, laços, estampas meigas, saia lápis, saia midi, sandálias, sapatilhas, bolsas de mão… Dentre outras inúmeras opções, para deixar seu look ainda mais elegante, sem perder o conforto.

Veja algumas ideias de looks para se inspirar:

E aí? O quê você acha do estilo Tomboy, ein?

Gratidão por me ler.


 

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