O Fabuloso Destino de Amélie Poulain em 10 GIFs

Por Thaís Lira

“O fabuloso destino de Amélie Poulain” tem sido o meu filme favorito, desde a 1ª vez que o assisti, há muitos anos atrás. É o tipo de filme que já assisti tantas vezes, que perdi a conta. O tipo de filme que orgulhosamente,  repito as frases, e vivencio 10 mil vezes cada cena. “Decorado e salteado”. Sem contar que, é o filme que mais recomendo às pessoas que estão a minha volta. Ainda pretendo fazer um vídeo e um super texto sobre isso. É que, quando trata-se de “O fabuloso Destino de Amélie Poulain”, é até difícil de pensar e seguir um roteiro.

Veja abaixo “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” em 10 GIFs:

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Ideia de mesa posta para as festas de fim de ano

Por Thaís Lira

Reconheço minha ausência nos últimos dias. Mas tenho dedicado bastante tempo a planejamentos e criação de conteúdo para o blog, para o meu canal no Youtube, e para o Instagram. A propósito, por mais que esteja ausente por aqui, mantenho a frequência pelo Instagram. Se você ainda não me segue por lá, fica o meu convite: @BlogPontodaLira

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E apesar dessa pequena pausa que estou dando por aqui, não poderia deixar de passar para compartilhar minha primeira mesa posta aqui no blog. Espero muito que gostem!

A mesa que compus, consistiu no uso de metais (o vaso e a vela em tom rosé, e os talheres em inox), porcelanas (prataria, prato de frios, e porta saladinhas de tomatinho), cestos e detalhes em madeira (jogos americanos, bandeja, e as próprias madeirinhas recolhidas do quintal na troca da Primavera para o Verão), e vidros (tanto o suporte para a vela, quanto taças e jarros, todos em vidro transparente). Para deixar a mesa harmoniosa, escolhi ramos de flores artificiais em tons rosê, marrom, bege e laranja. Sem dúvidas, deu um toque todo especial na decoração. Ah! Vale mencionar que optamos por não utilizar toalha, e utilizar guardanapos brancos tradicionais.

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Como menu, escolhemos um menu  com tendências italianas:

  • Entrada: prato de frios (Queijos Reino, Gorgonzola, Prato, Camembert e Salame Italiano).
  • Saladas: Saladinha de tomatinho, temperada com azeite de oliva. E saladinha bem misturadinha com cebolinha, alface em tirinhas, ovos de codorna, tomatinho, beterraba em tirinhas secas, cenoura em tirinhas secas, palmito e uma pequena pitada de pimenta-do reino.
  • Prato principal: Capelletti ao molho rosé.
  • Picanha assada no forno, com um tempero super especial que mamãe faz.
  • Bebida: Água, bem gelada com tiras de frutas cítricas e vinho rosé suave fino com cereja em temperatura ambiente.
  • Acompanhamentos extras: frutas vermelhas;
  • Sobremesa: Pavê de Sonho de Valsa.
  • Saída para fechar o paladar: aquele café caseiro inigualável.

Onde comprei e quanto paguei?

Prataria, taças, talheres e bandeja em madeira são acervo pessoal. Já os vasinhos, as flores, os guardanapos em tecido, os jogos americanos (redondos), velas e a suqueira, foram comprados ao longo desse ano, no Shibata Casa em Mogi das Cruzes. Para esses achados, não gastei mais que R$200. E vale considerar que fui comprando ao longo dos últimos meses. Assim, compro tudo o que preciso, sem “sentir tanto” no bolso. Já a alimentação, gastamos pouco mais de R$250. Menu que serve até quatro pessoas.

Espero muito que tenham gostado.

Boas festas a todos.


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Um resumo sobre um dia inesquecível

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Essa imagem foi retirada no intervalo, entre o workshop e o congresso. Algumas pessoas não apareceram na foto. Mas tá todo mundo aí, muito bem representado! E no meu coraçãozinho também! Gratidão! ❤

Todo momento é ímpar em nossas vidas. Eles jamais se repetirão. E apesar de valorizar cada um destes momentos, há alguns deles, que são excepcionais e inesquecíveis. E são exatamente estes momentos que nos impulsiona para frente, e nos faz acreditar que -mesmo com inúmeras experiências- sempre há algo novo a se viver, a experimentar, a compartilhar.

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Foto: Arquivo Pessoal

Do ano de 2014 ao ano de 2015, tive a oportunidade de ceder um treinamento na cidade de Poá, em São Paulo. O treinamento foi transferido para o grupo de artes de uma Instituição Cristã, denominada IPG. Através desse treinamento, tive a honra de ceder uma palestra em Suzano, para essa mesma instituição, só que na filial da cidade. E foi na cidade de Suzano, neste mesmo evento, que conheci a Tuuty. A Tuuty é lider geral do grupo de artes dessa instituição, e responsável pelo grupo de artes da unidade sede (que está situada aqui em Mogi das Cruzes). Naquele mesmo dia, trocamos contato. Mas durante muitos meses, ficou por isso mesmo.

Então, mudei-me para Mogi das Cruzes. Assim que cheguei na cidade, mandei uma mensagem para a Tuuty, dando a notícia. Não conhecia muitas pessoas por aqui. Mas por sorte e benção, a Tuuty era uma dessas poucas pessoas. Ela celebrou junto comigo. Mas, ficou por isso mesmo. Bom, pelo menos, foi o que pensei.

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Foto: Felipe da Tuuty

Tuuty me enviou um convite, para que eu cedesse o 1º workshop de dança na Sede, durante um congresso que aconteceria no dia 03 de Setembro. Fui pega de surpresa, em um momento que buscava respostas acerca da arte em minha vida. E esse convite, veio como uma resposta muito objetiva. Aceitei o convite de coração aberto. Mas, muito mais do que aceitação de convite, aceitei o desafio! Apesar de já haver participado e realizado muitos workshops especiais, este seria bastante diferente. Tratava-se do 1º realizado aqui, em minha mais nova cidade. E tratava-se de um workshop que receberia 50 inscritos. Para a nossa surpresa, na primeira semana de divulgação, essas vagas esgotaram. Então, abrimos um segundo lote, para 70. Dentro de 2 (dois) dias, o lote esgotou. Encerramos as inscrições. Mas acabou surgindo mais alguns interessados, quais jamais dispensaríamos. Resumindo: Foi o maior workshop qual tive a oportunidade de ceder curadoria, até então. Nem mesmo os workshops realizados pelo Instituto Meraki, tiveram tantas inscrições em tão pouco tempo.

Foi especial. Foi inesquecível. Foi uma grande resposta para a minha vida. E não poderia deixar de compartilhar isso com vocês, com uma mensagem que escrevi naquele dia, horas antes do evento começar:

“Por alguns longos dias, pensei que a arte seria algo passageiro em minha vida. Pensei que tratava-se apenas de uma fase. Fase que, ao mudar de cidade, já não faria mais parte de minha história. Provei da solitude. Senti uma falta absoluta dos meus alunos, de meus companheiros de trabalho, de meus trabalhos relacionados com a arte. Chorei inúmeras vezes, almejando apenas uma direção. Apesar de saber que meu coração pulsava pela arte, estive confusa, se este era realmente o caminho que tinha a ser seguido. Se ‘fazer arte’ e seguir meu coração, era realmente uma atitude provida de sabedoria. Os dias foram se passando, e nada me aconteceu até hoje.

Hoje, sinto que algo renasceu dentro de mim. Sinto que estou me reerguendo de minhas próprias cinzas. Sinto que o Soberano soprou vida sobre algo que pensei que havia morrido. Hoje, pela primeira vez desde que me mudei para a nova cidade, sinto meu coração quase saindo pela boca de tanta emoção. Exatamente como se fosse a primeira vez. Só que dessa vez, enxergo, vislumbro, compreendo, e consigo mensurar a imensa oportunidade que tenho recebido.

Estou aprendendo, que -de fato- existe um tempo determinado para cada coisa. Estou aprendendo que de fato, eu crio minhas rotas, mas o Soberano é quem dirige meus passos. Estou aprendendo que o que penso ser o fim, é na verdade, o recomeço. Gratidão ao Criador por essa dádiva de poder me conectar com tantas novas pessoas. Gratidão ao Criador por esse privilégio de compartilhar um pouco do que recebi na vida com essas pessoas. E por dar a mim, a chance de ser não apenas uma transmissora, mas uma receptora do novo, daquelas coisas que ainda não sei, dos momentos que ainda não vivi, das pessoas quais ainda não conheci. Gratidão, gratidão e gratidão!”


Fica aqui minha imensa gratidão à galera da sede, à Tuuty e seu esposo Felipe (que nos receberam com tanto amor, que nos sentimos em casa), a cada membro do Instituto Meraki que esteve lá comigo, de coração tão aberto quanto o meu. Gratidão à equipe que trabalhou arduamente e com muito amor, para que esse evento acontecesse com excelência. Gratidão às minhas meninas especiais que estiveram lá comigo! Gratidão a cada inscrito e rostinho que doou o alimento para o “Amor é mandamento”. E claro, gratidão a você que me leu até aqui. Você é muito importante pra mim! Acredite.


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Só pode ser amor

SÓ PODE SER AMOR - SIGNIFICADO DO AMOR - BLOG PONTO DA LIRA - NETOS E AVÓS - AMOR DE VÔ - DIA DO AVÔ

Era por volta de nove horas da noite, quando chamei meu querido avozinho para conversar um pouco. Apesar de estarmos fisicamente distantes (se comparado há alguns anos atrás, quando morávamos juntos), a internet tem nos proporcionado muitos reencontros. Após alguns minutos divertidos de conversa pelo Whatsapp, respeitando suas dificuldades ao digitar, achamos melhor dar continuidade ao nosso papo, por ligação.

Parei tudo o que estava fazendo para atendê-lo. Nada poderia ser mais importante do que isso. Assim como eu, tenho certeza que meu avô também deixou tudo o que estava fazendo para dedicar-se à nossa conversa. E é sempre assim: Minutos muito divertidos, com doses intensas de sabedoria. Não existe uma só conversa que tenhamos, que não seja muitíssimo prazerosa e cheia de grandes reflexões e aprendizagens.

O papo estava divertido. Ele me contou que estava “comendo muito, feito um burrinho”. Entrando na onda, respondi: “Nem posso comer como um burrinho, vozinho. Por que estou uma bolinha”. E então, -uma pausa- a seguinte resposta: “Não. Você não está igual uma baleia não”, as gargalhadas respondi: “Vô, eu disse BOLINHA e não baleia”. Ele caiu na risada e continuou: Você é uma menina muito bonita. Você é a neta do vô, muito bonita! Você não está igual uma bolinha. Você tem que fazer igual o vô! O vô come feito um burrinho. Então, se você comer feito um burrinho, você vai parecer um burrinho e não uma bolinha”. Parece bobagem, mas foi impressionante como essa colocação bem humorada e delicada, fez todo sentido para a realidade que tenho vivido.

Depois, ele começou a me contar sobre alguns planos que tinha para os próximos dias. Ele me contou que estava gravando áudios com reflexões. E que depois de gravar alguns áudios, ele colocaria em um CD (vale ressaltar, que meu avô é e sempre será um grande admirador do Cid Moreira). Ele pediu que eu escutasse os dois áudios que enviaria para mim, e que eu desse um feedback, pois era muito importante pra ele saber se deve continuar ou não. Sem sequer ter escutado os áudios, o interrompi naquele momento e disse: “O senhor deve continuar sim! O senhor é ótimo nisso! Desde criança, me lembro de ver o senhor recitando versículos bíblicos no microfone que tinha em sua casa. E me lembro das gravações que fazia com este mesmo microfone, em seu rádio gravador. O senhor sempre gostou disso. E sabe de uma coisa? Gosto mais ainda! Pode me mandar tudo, que vou escutar com muito carinho e atenção”.  Senti sua voz mais baixa, um pouco tremula: “Você se lembra?”. “Na verdade, nunca me esqueço, vô”.  Contei a ele, que também fazia gravações e postava aqui no blog, para que meus leitores escutassem. Ele disse: “É mesmo? Não sabia! Me mande pra que eu ouça e diga o que achei. Se eu achar bom eu vou dizer pra você!”. E assim, ficamos combinados.
Neste momento. Meu coração fora invadido pelo seguinte pensamento: Nossos sonhos não têm prazo de validade. Enquanto houver vida em nós, podemos realizá-los. Nunca é tarde demais para fazer aquilo que se ama. Nunca é tarde demais para realizarmos aqueles pequenos planos engavetados, aqueles sonhos quais compartilhamos e quase todos se esqueceram, aqueles projetos nunca executados. Enquanto há vida em nós, há chances de realizar.
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Continuando a conversa, ele me contou que estava fazendo algumas reformas em sua casa. E que ao mudar o forno elétrico de um lado para outro, o mesmo, caiu ao chão e o vidro estraçalhou. Por isso, ele pegaria esse forno elétrico, e iria ao técnico amanhã a fim de arrumá-lo. Então, perguntei: “Mas está tudo bem com o senhor? O senhor se machucou?”. Ele, mais uma vez bem humorado e delicado, respondeu: “Ah, sim! Está tudo bem graças a Deus. O forno elétrico caiu no chão. Se tivesse caído em minha cabeça, não estaria nada bem. Mas caiu no chão. Já pensou? Um burrinho com a cabeça quebrada”. Um pouco preocupada, perguntei novamente: “Mas não caiu nem mesmo no pé do burrinho? Imagine só, um burrinho manco?”. Ele caiu na gargalhada a tal ponto, que deu umas tossidelas. Estava realmente tudo bem com ele. E naturalmente, tudo ficou perfeitamente bem comigo.

E ele estava muito determinado a acordar cedo e ir resolver o problema com seu forno.

Mais uma vez, aprendizagem. Em momento algum, meu avô demonstrou frustração por ter quebrado o forno, e por ter que acordar cedo em uma segunda-feira, para ir ao técnico e gastar dinheiro para consertá-lo. Pelo contrário, ele conscientizou-se que a culpa por ter quebrado o forno foi sua. Mas que está tudo bem. E que se estressar por isso, só vai fazê-lo perder o tempo que poderia estar simplesmente sorrindo. O riso, torna qualquer problema pequeno. A ciência de que problemas estão ao nosso redor para serem resolvidos otimiza nosso tempo, e não permite que pequenas circunstâncias desagradáveis, estraguem nosso dia, nosso fim de semana, nossa relação com as pessoas que amamos. Fazer tempestade sobre quaisquer que seja o ocorrido, não soluciona o problema. O que soluciona o problema, é tomar uma atitude sobre ele.

Então, respeitando o tempo de meu avô, e reconhecendo que ele precisava descansar para cumprir seu plano diário, agradeci muito pela conversa e disse que ligaria para ele novamente ao longo da semana. Ele -como sempre faz- disse que ficava muito feliz em falar comigo. E que era muito legal “trocar ideia” comigo (sim, sim, ele é super cool).

Dizem que conforme as pessoas vão envelhecendo, elas vão tornando-se como crianças; riem o tempo todo, fazem coisas engraçadas, contam piadas, perdem a vergonha sobre várias coisas, e estão sempre vendo o lado bom em tudo. E claro: Elas ficam ainda melhores com o tempo. Concordo. No caso do meu avozinho paterno, isso é um verdadeiro fato.

O que ele nem imagina, é que sua alegria transborda, contagia e me transforma. Transforma meu dia, minha noite, minha vida. O que ele nem imagina, é que -com pequenas frases ditas com imenso cuidado, honestidade e carinho- ele me ensina. Me ensina sobre o amor que vence tudo e todas as coisas. Me ensina sobre a força, que vence toda e qualquer vulnerabilidade e fragilidade. Me ensina sobre a delicadeza, que faz toda rispidez e dureza, tornar-se insignificantes fragmentos. Me ensina sobre vitalidade, que não tem relação com a idade, mas com a maneira como você se posiciona acerca da vida. Me ensina sobre a falta, que muitas vezes, sobre. Mas, o que é a falta quando a presença é constante dentro de nós? Me ensina que o momento mais precioso e importante, é o agora. Me ensina que nunca é cedo ou tarde demais para realizar.

O que ele nem imagina, é que só de ouvir sua voz e saber que ele permanece aqui, me emociona sobremaneira. Meus olhos enchem de lágrimas. Enquanto falo com ele, meu coração acelera, enquanto meu corpo desacelera. Só tenho aquele momento. Nada tira minha atenção. E todo tempo do mundo, não basta, quando estamos conversando.


Isso só pode ser amor.

A excentricidade de Kimbra Johnson

A EXCENTRICIDADE DE KIMBRA JOHNSON

Não é a primeira vez que dedico um artigo inteirinho à essa artista. Quem me acompanha há longa data, sabe que Kimbra Johson sempre teve um lugar especial em meus antigos blogs e em minhas playlists, desde que a conheci. Porém, observei que ainda não havia falado sobre ela aqui no “Ponto da Lira”. E como passei o fim de semana ouvindo suas músicas, resolvi compartilhar uma de minhas artistas favoritas com vocês.

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A primeira vez que ouvi a musicalidade de Kimbra, foi assistindo uma de minhas animações prediletas: “Frankenweenie”. A cantora teve uma de suas canções como trilha sonora da animação. E, bom, não podia esperar algo diferente de Tim Burton. Ou melhor, vindo de Tim Burton, só podia ser algo diferente. Desde então, passei a ouvi-lá frequentemente. Até que tornou-se uma de minhas cantoras prediletas.

Kimbra Lee Johnson, tem apenas 26 anos. É britânica (nascida em Nova Zelândia). Cantora, compositora e instrumentista, Kimbra possui uma legião de fãs não apenas em sua terra natal, mas em todo o mundo.

Kimbra nasceu em Hamilton, Nova Zelândia, e lá permaneceu durante a maior parte de sua infância. Frequentou a Hillcrest High School, onde alargou a sua experiência enquanto cantora, participando numa competição anual para bandas do ensino médio e secundário existente na Nova Zelândia, designada de Smokefreerockquest (SFRQ), da qual fez parte durante três anos consecutivos. Aos 14 anos de idade (em 2004), Kimbra foi premiada com o segundo lugar nessa mesma competição. A sua aptidão não foi particularmente influênciada pela música, pois quando tinha somente 10 anos Kimbra já escrevia canções. O seu pai, Ken Johnson, doutorado em Medicina na University of Waikato (Universidade de Waikato) ter-lhe-ia oferecido uma guitarraquando ela tinha 12 anos e “depois de alguns anos de aulas, estava já a interpretar músicas com o seu professor” – Ken Johnson.

Apesar dos seus pais não terem qualquer vocação direta com a musica, Kimbra sempre demonstrou uma significante admiração por esta forma de arte, o que tê-la-á movido ao progressivo aprefeiçoamento vocal, educando a sua voz, conseguido por sua própria conta. (Fonte: Wikipédia)

Kimbra Performs at JBTV Music Television in Chicago, IL
Photo:Hallie Duesenberg | hallieduesenberg.com | Tradução: “O sol não vai brilhar se você não estiver olhando”.

Aos 10 anos de idade, Kimbra fez os seus primeiros espetáculos públicos, implicando o início de uma carreira em “Waikato Times Gold Cup”, e também na abertura de um jogo de Rugby /Auckland vs Waikato), que abrangeu 27.000 pessoas, com o Hino Nacional da Nova Zelândia, aos 12 anos. Anos mais tarde, depois de vencer o Juice TV, com o melhor vídeo musical (Breakthrough Video Award) em 2007, com o seu vídeo “Simply on my Lips”. Então, aos 17 anos, mudou-se para Austrália, começando a compor musicas, trabalhando para o seu primeiro disco.[3]

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Kimbra possui dois álbuns. São eles: “Vows” e “The Golden Echo”. Ambos são compostos por músicas contemporâneas, que faz uma mistura com a musicalidade dos anos dourados, promovendo uma playlist completamente harmoniosa e gostosa de ouvir. Costumo dizer que tanto as composições, quanto as melodias da cantora, são extremamente inteligentes e excêntricas. Um som bastante refinado!

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E além de possuir uma musicalidade excepcional, Kimbra é dona de uma personalidade ímpar. Excêntrica. Não poderia usar outro termo. Sua expressividade, suas performances, seus figurinos, e a maneira como se comporta diante das mídias – a torna atrativa, peculiar, única.

Gosto muito, e recomendo muitíssimo.
Abaixo, uma de suas performances em estúdio.

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