O Fabuloso Destino de Amélie Poulain em 10 GIFs

Por Thaís Lira

“O fabuloso destino de Amélie Poulain” tem sido o meu filme favorito, desde a 1ª vez que o assisti, há muitos anos atrás. É o tipo de filme que já assisti tantas vezes, que perdi a conta. O tipo de filme que orgulhosamente,  repito as frases, e vivencio 10 mil vezes cada cena. “Decorado e salteado”. Sem contar que, é o filme que mais recomendo às pessoas que estão a minha volta. Ainda pretendo fazer um vídeo e um super texto sobre isso. É que, quando trata-se de “O fabuloso Destino de Amélie Poulain”, é até difícil de pensar e seguir um roteiro.

Veja abaixo “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” em 10 GIFs:

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10 músicas para enxergar o mundo com outros olhos [PT]

Por Thaís Lira 

Às vezes, a vida está meio monótona. E o mundo, parece estar meio sem jeito. E é quando tudo está “meio do avesso”, que coloco algumas músicas super especiais para tocar. E de forma sútil e singela, elas são capazes de renovar meu dia e restaurar minhas esperanças. Elas sempre têm a força de renovar muitas coisas dentro de mim. E depois de ouvi-las e cantá-las, consigo enxergar o mundo com outros olhos. É aquela velha -e preciosa- história: tudo começa dentro da gente.

Por este motivo, resolvi compartilhá-las com vocês. Espero de verdade, que vocês gostem dessa lista com 10 músicas para o enxergar o mundo com outros olhos. E espero também, que gostem dos trechos quais selecionei como favoritos, em cada uma delas. Confira:

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Teste Psicológico: O que realmente importa a você?

O que mais importa a voce - teste psicologico - blog ponto da lira

Estava navegando pelo site Incrível (que por sinal, trata-se de um dos sites que mais gosto de navegar durante a semana). E havia um teste psicológico, qual achei super interessante. De primeira, amei a ideia do teste se passar em um bosque (tenho fascínio por bosques). E quando li o significado de cada resposta, achei bastante proveitoso. Por isso, gostaria de compartilhar o teste, juntamente com os meus resultados com cada um de vocês. Espero que gostem.


Antes de continuar, tenha à mão papel e lápis. Depois de ler cada pergunta, escreva imediatamente a resposta. Não permita que seu cérebro analise a resposta. Escreva ou desenhe o que vier primeiro à sua cabeça.

Aqui estão as perguntas.
Desative sua lógica por um momento, já que você precisa estar concentrado no jogo com seu subconsciente.

  1. Imagine que você está com alguém em um bosque. Quem é essa pessoa?
  2. Você anda pelo bosque e vê um animal não muito longe de você. Que animal é esse?
  3. O que acontece quando seu olhar cruza com o do animal?
  4. Você segue caminhando pelo bosque e sai em um campo aberto, e nele está a casa dos seus sonhos. De que tamanho ela é?
  5. A casa possui uma cerca?
  6. Você entra na casa, vai à sala de jantar e olha a mesa principal. Descreva o que você vê a seu redor.
  7. Você sai da casa pela porta dos fundos e vê um copo na grama. De que material ele é feito?
  8. O que você faz ao ver o copo?
  9. Você chega ao fim da área que rodeia a casa. Há ali um curso de água (rio, lago, mar, etc.) Que curso de água é esse?
  10. Como você pensa em atravessá-lo para seguir adiante?

Agora, responda o teste. Só volte aqui para ler minhas respostas, quando as tuas já estiverem respondidas em seu papel.

Minhas respostas imediatas foram:

  1. Minha mãe, Verônica.
  2. Minha gatinha Marrie, quando ela ainda era filhote. 
  3. Uma sensação incrível. Comecei a sorrir. 
  4. A casa é pequena e singela. Parece uma casa de um Hobbit.
  5. A casa possui cerca na porta principal.
  6. Vi uma belíssima mesa posta. Uma louça incrível!
  7. Uma taça de metal, dourada.
  8. O pego e o coloco sobre a mesa, junto as demais louças.
  9. Um lago imenso, muito bonito.
  10. A princípio, uma ponte. Mas sigo de barco, por achar o lago muito grande.

As respostas que você deu às perguntas que nós propusemos revelam seus valores e ideais. Sugerimos que você as analise da seguinte forma:

  • A pessoa com quem você caminha é a mais importante da sua vida.
  • O tamanho do animal que você encontrou é, na verdade, o tamanho dos seus problemas no seu subconsciente. Quanto maior o animal, mais difícil para você é viver.
  • Sua reação diante do encontro com o animal é a sua maneira habitual de resolver seus problemas (agressividade, passividade, fuga).
  • O tamanho da casa que você viu são suas ambições. Se ela é grande demais é possível que tenha expectativas exageradas na vida.
  • Se a casa não tem cerca quer dizer que você é uma pessoa aberta e livre interiormente. Se há cerca em volta da casa, quer dizer que você valoriza seu espaço pessoal mais do que outros, e você espera que as demais pessoas respeitem isso. Quer dizer que você não é daqueles que entram no espaço pessoal de ninguém sem antes pedir permissão.
  • Se na sala de jantar você não viu comida, nem flores e nem pessoas, tudo indica que você é profundamente infeliz.
  • A resistência e a durabilidade do material do qual é feito o copo que você viu representa o quão resistente e durável você acredita que seja a relação com sua família. Por acaso era um copo de plástico ou de papel? De vidro? O mais provável é que você esteja preocupado com o futuro da sua família. Se, em seu subconsciente, o copo era feito de metal ou porcelana, você não tem o que temer.
  • O que você faz com o copo simboliza sua relação com a pessoa da primeira pergunta.
  • O tamanho do curso de água é o tamanho do seu apetite sexual, sua libido.
  • Quanto mais ’molhada’ for a forma escolhida por você para atravessar a água, maior é o significado do sexo na sua vida.

Importante: Você pode repetir o teste após alguns dias. Ele é reflexo de algumas características básicas da sua personalidade, mas também seu estado psíquico-emocional no momento em que você o responde.


Sobre o meu resultado:
Achei o teste bastante preciso e pertinente. Não sei como seria o resultado ontem. Mas hoje, diga-se de passagem, que foi um resultado bastante exato. Gostei bastante!

E o seu, como foi? Conta pra mim aqui nos comentários. Ou me envie um e-mail: pontodalira@gmail.com para conversarmos.

Beijo e queijo!

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Quais os seus principais defeitos?

Bonjour!
Como estão? Espero que estejam bem. Por aqui, vai tudo bem.
10 DEFEITOS - TOPO
Vem cá? Vamos conversar?

O artigo de hoje (vai ser grande), carrega boas doses de humor. Mas, sobretudo, o imenso desejo de compartilhar minha saga em busca de algumas mudanças interiores; que têm me levado a profundas reflexões sobre quem fui, quem tenho sido, e quem desejo ser. Nesse processo de busca, tenho feito inúmeras atividades, que têm me modificado – gradativamente – pouco a pouco. Dentre essas atividades, há a atividade de hoje. Chamei essa atividade de “Lidando om meus maiores defeitos”. O exercício consiste em três passos importantes: RECONHECER, REFLETIR e MODIFICAR. Reconhecer meus maiores defeitos, refletir sobre eles e sobre a maneira como eles têm me afetado e afetado quem está a minha volta. E por último, buscar estratégias e maneiras de ser mais equilibrada com relação a cada um deles, pra que eu seja uma pessoa mais feliz do que tenho sido.

Sou uma dessas pessoas que prega o amor próprio. Acho que devemos nos amar e nos apreciarmos como somos, sim! Até por que, enxergo o amor próprio como algo inteiramente ligado ao meu presente. À maneira como sou/estou aqui-agora. Mas isso não deve me fazer colocar um tampão sobre meus olhos, com relação aos meus principais defeitos, quais têm prejudicado não apenas a mim, mas as pessoas que amo. Vale ressaltar, que quando uso o termo “principais defeitos” estou os colocando como prioridade, pois são coisas que em algum ponto da vida, têm me prejudicado muito mais do que outras coisas. Combinado? Continuando…Em nada me adianta amar a mim mesma, amar minhas qualidades e aceitar meus defeitos, tornando-me mesquinha e egoísta, ao ponto de achar que está tudo bem assim. E ter aquele pensamento errôneo de: “dane-se se isso tem prejudicado outras pessoas. Eu nasci assim, vou crescer assim, e vou morrer assim!”.

Não podemos entender a mensagem de amor próprio e auto-aceitação de forma errada. Essas mensagens têm um objetivo único: Nos levar o mais perto possível daquilo que REALMENTE somos, para que sejamos REALMENTE felizes, apesar de tudo.

Borá lá?

Fiz minha primeira lista, com meus maiores defeitos. E ela ficou assim:

1. Preguiça | Procrastinação:
10 DEFEITOS - PROCRASTINAÇÃONão tenho dúvidas que este é o meu maior defeito. De fato, é o que mais tem me prejudicado. Quando menciono a preguiça, não falo naquele sentido de ser dorminhoca, de querer descansar depois de me alimentar, ou coisas desse tipo. Mas, preguiça de me socializar, por exemplo. E a péssima mania de procrastinar. Eu adio, tudo. Deixo tudo para um amanhã, qual nem sei se existirá. Isso me faz deixar tudo para última hora. Isso faz com que eu realize menos do que poderia realizar. Isso me afasta de viver novas experiências. E atrasa a resolução de problemas; como por exemplo, conversar sobre aquele assunto meio complicado, por simplesmente achar que isso pode ser resolvido outra hora. E principalmente: Me priva de viver momentos incríveis. E é extremamente prejudicial não apenas para mim, mas a todos que convivem comigo.

Minha principal estratégia para mudar: Fazer planos e cumpri-los, sem medo. Não adiar reuniões, encontros, conversas, viagens. Substituir a palavra: “Amanha eu faço” por “Ok. Vou fazer agora!”. Continuar sendo honesta sobre isso (sim! Sou o tipo que adia um compromisso e diz: “Vamos marcar pra outro dia? Por que estou com preguiça!”), mas sempre certa de que cada vez que adio um plano, um encontro, uma conversa, estarei perdendo uma oportunidade. Adiar apenas quando houver necessidade real.

2. Individualismo | Excesso de auto-suficiência:
10 DEFEITOS - INDIVIDUALISMO
Cresci sendo a única menina da casa. Além disso, sempre estive submetida a muitas doutrinas e regimes tradicionais. “Menina, conversa com menina”. “Menina, brinca com coisas de menina”. “Menina, senta como menina”. “Menina, menina”. E apesar de ter burlado o sistema, e de ser um projeto de menininha que não deu muito certo, devo admitir que por conta disso, me tornei muito individualista. Estou acostumada com “meu”, “pra mim”, “eu”. Justamente por isso, não me importo muito em estar sozinha. Para mim, estar acompanhada por outra pessoa (ou outras pessoas), ou não, é um “tanto faz”. Aprecio minha própria companhia (até demais!), gosto do meu próprio silêncio, e gosto muito de mim. Às vezes, acho melhor ficar sozinha, do que ter gente por perto. E ser assim, fez de mim, uma mulher independente demais. E isso me leva a um orgulho desnecessário; daqueles que não pede ajuda, não reconhece fraqueza, etc. E mesmo sendo compreensiva, uma boa ouvinte, e de não reter nada de bom aos outros, sempre sinto que não sei ser retribuída, não ser receber. Pra mim, o que eu sou e faço, já está suficiente. Preciso dizer que excesso de auto-suficiência é prejudicial? Não, né?giphy

Minha principal estratégia para mudar:
Vou começar devagar. Apreciar e explorar o quão bom pode ser ter outras pessoas por perto. Não apenas aconselhar, ouvir, ser colo e ombro das pessoas que se achegam a mim Mas, abrir mais os meus ouvidos para ouvir conselhos dos outros. Exercitar o meu coração para receber colo, carinho e aconchego alheio. Continuar amando minha própria companhia. Mas apreciar sobremaneira, quem estiver ao meu lado. Afinal, ninguém tem a capacidade de ser plenamente feliz, sozinho. Aprender que há lacunas em mim, que podem ser preenchidas pelo o que as outras pessoas têm a me oferecer.

3. Insônia | Lutar contra o sono:10 DEFEITOS - INSONIAFalar sobre meus defeitos, e não mencionar a insônia, seria o mesmo que não reconhecer o quanto isso me prejudica. Apesar de amar a vida noturna, e de ficar muito mais concentrada e criativa durante a madrugada, acabo sofrendo com improdutividade e falta de disposição durante o dia. Além de ter um sono completamente transtornado, fico lutando contra ele, quando ele vem. E aí, ele me vence pela exaustão. E é terrível ficar exausta. O grande problema, é que a exaustão vem quando você menos espera; pode ser durante uma reunião às 9h00, durante o desenvolvimento de um texto às 15h00 da tarde, ou durante um conversa importante, às 19h00 da noite.

Minha principal estratégia para mudar:
Tirar tudo o que me tia o sono, do quarto; notebook, livros, jogos, televisão, maquiagem, sapatos (sim, eu fico querendo experimentar roupa de madrugada). Tornar o ambiente mais clean possível, e aconchegante. E continuar reproduzindo playlists que incentivam o sono. E tentar dormir “No horário corretor”, independente do que esteja fazendo. Nada é mais importante do que uma boa noite de sono.

4. Desconfiança | Mania de perseguição cognitiva:
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Sou uma das pessoas mais desconfiadas quais já tive o azar de conhecer. Infelizmente, tenho dificuldade absurda em confiar nas pessoas. Quem convive comigo, sente-se completamente seguro e confortável em compartilhar qualquer coisa comigo. Mas, raramente, me sinto confortável a tal ponto. Gosto de conduzir minhas conversas. Gosto de estar sempre no controle. Talvez, seja esse o motivo de ser tão desconfiada, de ter tanto receio de colocar minhas fraquezas sobre uma bandeja e entregá-la à outra pessoa. São raríssimas as pessoas que já conseguiram chegou ao ápice de minha confiança. Raras. E apesar de amar a mensagem de “se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo”, às vezes, a carga fica pesada demais. Às vezes, o coração quer explodir. Às vezes a gente quer “atirar alguns pratos”, soltar o verbo e despejar os acúmulos.

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Um salve pra galera do Ensino Médio, que me apelidou de House. 

Minha principal estratégia para mudar:
Compartilhar muito mais coisas com meus amigos. Ser mais segura acerca da escolha que fiz em ter cada um deles na minha vida. Ter certeza de que os tenho, e que eles me têm também. Entender que quando confio neles, estou retribuindo a confiança que depositam em mim. Não existe nada de errado nisso. Corro risco de me decepcionar? Sim! Mas, não vale a pena viver trancado dentro de uma bolha, só pra evitar as decepções.

5. Sarcasmo | Ironia:
Ser sarcástica e irônica, tem o seu momento de graça. Mas quase sempre, é algo que insulta e resulta em discussões e tensões. O que por sua vez, é bem desagradável. Já entrei de cabeça em muitas discussões, que começaram com uma ironia, ou um sarcasmo inapropriado. Só que, acho que estou fugindo tanto de discussões hoje em dia, que resolvi diminuir as doses desse excesso todo. Juro que já mudei muito sobre isso. E espero melhorar cada vez mais. giphy1

Minha principal estratégia para mudar:
A ideia é manter o equilíbrio. Aprender a usar a ironia e sarcasmos, sem ofender, insultar e magoar as pessoas.

6. Desastrada:
10 DEFEITOS - DESASTRADA
“Ser desastrada, tem seu charme”. Okay. Sabemos. Mas, não dá pra negar que pessoas desastradas tendem a passar por grandes apuros na vida. Eu, por exemplo (juro gente! Sou o melhor exemplo de desastre), vivo quebrando coisas (em lojas, na casa das pessoas, em minha própria casa, etc). Machuco pessoas (esbarrando, tropeçando e me apoiando nelas, derrubando elas junto comigo, etc). Me machuco e corro risco de morte constante  (vivo tropeçando no meio da rua, me queimando, derrubando vidro, pisando em buracos, chutando pedras, por exemplo). E por ser assim, acabo dificultando muito meus diálogos. Se estivermos conversando sobre algo muito sério, provavelmente, você vai cair na gargalhada em algum momento, por alguma coisa bem bizarra que farei durante a conversa. Já derrubei café na visita, enquanto ouvia ela contando sobre como o divórcio dela havia sido algo terrível. Já queimei as mãos ao esquecer de colocar a luva para retirar a forma de bolo do forno. Já dei um tapa na cara de algum estranho na rua, enquanto articulava meus braços durante um assunto complicado. Já fiz coisas que dão muita vergonha. Parece legal, mas não é. É sério.

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Um salve pra Jessica, que me chama de miss simpatia).

Minha principal estratégia para mudar:
Realizar mais atividades que exijam minha total concentração. Parar de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Focar apenas no que é mais importante naquele momento. Olhar para o chão enquanto estiver andando. Parar de mexer os braços enquanto converso. Tentar agir naturalmente. Não respirar.

7. Perfeccionismo:

10 DEFEITOS - PERFECCIONISMO

Parece piada. Mas não é. Sim, eu sou uma pessoa exigente, e perfeccionista e desastrada. Sim. Sempre pensei que era apenas desastrada. Até as pessoas que convivem comigo, começarem a pontuar todas as vezes que eu  alinhava demais, organizava demais, planejava demais, exigia demais. Sou o tipo de gente que coloca todos os cabides para a mesma direção. Sou o tipo de pessoa que separa as coisas por tamanho e por cor. Sou o tipo de pessoa que não se conforma com coisas desalinhadas. Sou o tipo de pessoa que fica com a mão coçando, quando algo está aparentemente fora de sincronia. A Patrícia (psicologa), disse que isso tem nome. Nem quis saber qual era. U.U E bom, também posso dizer que esse perfeccionismo todo, me deixa super critica. Critico demais. Ou seja: Um defeito que pode ser dividido em vários. Mas beleza. Tô aprendendo, gente. Juro.

Minha principal estratégia para mudar:
O básico e típico: “SEJE MENAS KIRIDA”.

8. Ignorar | Tratar com indiferença | Não dar importância:
10 DEFEITOS - INDIFERENÇA ORIGINAL
Não sou o tipo de ser humano mau e irracional, que vê alguém com fome e retem o alimento. Não sou o tipo de ser humano que nega o que é bom. Mas, se em algum momento da vida, alguém me magoar, me atingir, me decepcionar… Daí, lascou! Ela vai pra minha lista negra. Eu -provavelmente- irei retribuir isso (com muita força) tratando-a com indiferença. Provavelmente, irei ignorá-la, e não darei a menor importância a ela, pelo resto da vida. E talvez, você pensou: “E se ela pedir desculpas? Pedir perdão? Se redimir?”. Vou desculpá-la, perdoá-la e reconhecer a remissão. Massssss, mesmo depois disso, vou continuar no “caguei” pra ela. Problema, eu sei.

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Um salve prazamiga que adoram dizer que sou “meio Blair”. –‘

Minha principal estratégia para mudar:
Dar às pessoas as mesmas chances e oportunidades quais gostaria que elas dessem a mim, caso eu fraquejasse com cada uma delas. Ser um pouco mais flexível. Abrir mão.

9. Indiscrição | Não saber disfarçar:
10 DEFEITOS - INDISCRETA
Muitos chamam esse defeito de excesso de sinceridade. Mas, como enxergo a sinceridade como uma qualidade absurda, vou chamar essas características como “Indiscrição”. Que é de fato o que sou. Não sei ser discreta, em momento algum, e sobre nada. Tá tudo estampado na minha cara. Se tô feliz ou não, se gostei ou não, se estou satisfeita ou não, se amei ou odiei, se falei a verdade ou menti; vai estar tudo bem aqui nessa carinha de pau. Sem contar que, maioria das vezes, sou indelicada e estou sempre soando grosseira. Não sei ser educada, discreta, delicada quando se trata do que estou sentindo genuinamente. Complicado.

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Minha principal estratégia para mudar:
Lembrar que fui muito bem educada. Lembrar que não posso confundir “ser verdadeira” com “ser indiscreta” ou “ser indelicada”. Lembrar que assim como eu não sou obrigada a gostar de algo, as pessoas não são e nunca serão obrigadas a me agradar sempre. Lembrar que minhas caras, bocas, palavras e atitudes, podem machucar quem está a minha volta. Ser menos espada.

10. Extremista:

10 DEFEITOS - EXTREMISMO

Ou preto, ou branco. Ou quente, ou frio. Ou gosto, ou não gosto. Raramente, uso o termo “talvez”. Ou mergulho de cabeça, ou me mantenho longe d’agua. Ou estou de corpo e alma, ou simplesmente não estou. Ou sou boa, ou sou má. Ou concordo, ou não concordo. Ou apanho, ou bato. E assim por diante. Sou sempre muito extrema. Nunca consigo “neutralizar” situações, ou ser mais flexível diante de algumas circunstâncias. Isso me prejudica bastante. E acredito que todos os defeitos mencionados acima, chegam bem aqui:
na necessidade absurda que tenho de manter o equilíbrio das coisas. O equilíbrio é um dom divino, fundamental para que sejamos felizes e contentes com quem realmente somos, e a maneira como temos vivido. Quando mantemos o equilíbrio, estamos sendo sábios. E a sabedoria é, sem dúvidas, uma das maiores e melhores dádivas que alguém pode alcançar na vida.


Essa foi minha lista. Agora, deixo aos meus leitores e amigos a mesma missão: Listar seus 10 principais defeitos, e compartilhá-la com seus amigos, para que jusos possamos alcançar o equilíbrio, a sabedoria. Combinado?

Obs: Se você não tem um blog, pode publicar em uma de suas redes sociais. Ou se não estiver vinculado a nada disso, me mande um e-mail: pontodalira@gmail.com pra trocarmos figurinhas. Será ótimo, tenho certeza. Boa sorte! ❤


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10 frases de “O pequeno príncipe” | Antoine de Saint-Exupéry

 

Não sei dizer quando foi a primeira vez que li “O pequeno príncipe” de Antoine de Saint-Exupéry. O quê sei, é que este foi um dos primeiros livros que li em minha infância assim que aprendi a ler “de verdade”. Junto com essa obra, vale mencionar o livro “Primeiro amor de Laurinha” e “Uma professora muito maluquinha” quais marcaram minha infância (e prometo falar sobre ambos aqui no blog). O tempo foi passando, e fui deixando essas coisas “de lado”. “Eu era grande demais pra ler livros como este”. Mas, quando a gente cresce de verdade, a gente descobre a importância de ser pequeno. Se é que me entendem. 

Lembro-me que li “O pequeno príncipe” (depois de uma longa pausa da infância para a fase adulta). Foi em 2010. Me lembro muito bem disso, pois o encontrei jogado em uma caixa de coisas velhas. Comecei a folhear. Confesso que não me lembrava mais do quê se tratava a obra. E pensei: “Olha! Um livro de quando eu era pequena! Vou ler.” Assim fiz. Li. E lembro-me como se fosse hoje, que este pequeno livro, me arrancou grandes sorrisos, muitas lágrimas e reflexões profundas. Foi o livro infantil mais adulto que li em toda a minha vida. E, não sei se já comentei com vocês, que: sou o tipo de humano que cria rituais. Na verdade, eu e meu irmão mais velho (o Bruno) somos assim; se fazemos algo hoje, que de algum modo foi bom, provavelmente, faremos amanhã novamente. Deste modo, li o livro todos os dias, desde que o encontrei. Fiz isso até memorizá-lo. Depois desse período devorando-o, busquei outras alternativas para manter minha relação com o principezinho; outras versões, biografia do autor, bonequinhos inspirados, série, filme, e até mesmo o livro em audio. Foi a partir de “Le Petit Prince”, que eu comecei a estudar Francês. Assim, me descobri admiradora de “O pequeno príncipe”.

No começo, eu não fazia ideia da força que essa obra tinha no mundo inteiro. Pra mim, eu era uma das poucas que conhecia. Na verdade, o mundo inteiro conhecia, menos eu.  

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Quando li a história do autor, fiquei ainda mais deslumbrada com o enredo, pois enxerguei o autor entrelinhas. Na primeira biografia que li, descobri que as ilustrações aquareladas do livro original, foram feitas pelo próprio autor da obra. E o mais interessante, é que na obra, o aviador que narra a história, conta que era um pintor frustrado.  Antoine de Saint-Exupéry é um autor importantíssimo para a literatura francesa, especialmente no século 20. E o mundo o conhece, talvez, não pelo nome, mas por frases como: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos” e “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. A sutileza, doçura e toda a poesia da obra, chamam a minha atenção, pois Antoine Saint-Exupéry a escreveu durante o exílio nos Estados Unidos, quando a França assinou em 1940, o armistício. Fico pensando: “Como ele conseguiu extrair uma obra tão delicada e doce, em um período tão conturbado? Sem dúvidas, Saint-Exupéry era especial”. Mas, o quê mais me impressiona em sua história, além de sua infância, suas vitórias e conquistas em vida, são os mistérios acerca de sua morte. 

Saint-exupéry, desde muito pequeno, mantinha o sonho de ser um aviador (mais uma coisa em comum com o livro). Ele tinha um deslumbre incomum por mecânica, mas, por questões financeiras, só pôde realizar isso depois de tornar-se um homem. Saint-exupéry, diferente do que muitas pessoas pensam, não foi “apenas” um brilhante autor (o quê já o tornaria ilustre). Ele encarou uma missão de resgate no deserto do Saara (mais uma coisa em comum com o enredo), fez marcas de recordes de voo em vários lugares do mundo, e nunca deixou de pilotar. Nunca mesmo. Para Saint-exupéry, a quietude e solitude eram maneiras de refletir sobre si mesmo e sobre o mundo a sua volta (isso é tão eu, que nem sei como escrever de modo diferente). Então, no dia 31 de Julho de 1944, Saint-Exupéry sumiu em um vôo (em seu Lockheed P-38) sobre o oceano, aonde saia de Córsega para uma missão em Paris. De 1944 até 2004, sabia-se absolutamente nada sobre a morte de Saint-Exupéry – até que foram encontrados destroços do avião de Saint-exupéry naquele mesmo ano. E mesmo havendo encontrado vestígio de um corpo, não sabem dizer até hoje, se o corpo encontrado pertencia ao aviador. O responsável pela queda do P-38, foi o alemão Horst Rippert, qual assumiu ter atirado no avião, provocando sua queda. Parece fábula, não é? 

Ao perguntarem a ele como gostaria de morrer, Saint-exupéry respondeu: “No mar, como se dormisse. Como um sonho.”

Ele desapareceu do planeta. Exatamente como o seu personagem.

As obras de Saint-Exupéry são:

L’Aviateur (O aviador) – 1926
Courrier sud (Correio do Sul) – 1929
Vol de nuit (Voo Noturno) – 1931
Terre des hommes (Terra dos Homens) – 1939
Pilote de guerre (Piloto de Guerra) – 1942
Le Petit Prince (O Pequeno Príncipe (título no Brasil) ou O Principezinho (título em Portugal)) – 1943
Lettre à un otage (Carta a um refém) – 1943/1944
Citadelle (Cidadela) — póstuma, 1948


Escolhi 10 frases quais mais gosto do livro “O pequeno príncipe”, e resolvi compartilhar com vocês. Espero que gostem.

  1. “… Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três começarei a ser feliz”
  2. “… Quando a gente anda sempre para frente, não pode mesmo ir longe”
  3. “… Só as crianças sabem o quê procuram”
  4. “… é preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas”
  5. “… Mas eu era jovem demais para saber amar”
  6. “… Trata de ser feliz. Eu te amo. Sim, eu te amo!”
  7. “…Mas se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim, único no mundo. E eu serei para ti, única no mundo”
  8. “… A gente só conhece bem, as coisas que cativou”
  9. “… Os olhos são cegos, é preciso buscar com o coração”
  10. “… A gente corre o risco de chorar um pouco, quando se deixou cativar”

E claro, as clássicas: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos” e “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.

Separei algumas imagens muito inspiradoras.
Se você ainda não leu a obra, fica o meu convite. ❤

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