Lugar secreto – O seu lugar no mundo

Por Thaís Lira

Tenho um fascínio por quem opta pela discrição.

Fico realmente deslumbrada com quem consegue manter-se discreto, seja sobre as coisas simples, complexas, ou até mesmo diante das exuberâncias e exageros da vida. A discrição é um comportamento provido de muita sabedoria, sem dúvidas. Mas, muito mais do que isso, aprecio as pessoas que mesmo estando em evidência (seja em sua escola, em sua comunidade, em sua instituição religiosa, em seu trabalho, ou na internet), conseguem ter ciência e consciência sobre tudo o que precisa ser guardado em secreto. Ciência e consciência sobre o fato de que nem tudo se expõe; seja isso bom, excelente, ruim, ou péssimo.

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O que você sente por si mesmo?

O QUE VOCÊ SENTE POR SI MESMO - BLOG PONTO DA LIRA

Não se sinta tão mal, por não ser tão bom sempre. Existem bagunças muito positivas.

Desde muito pequena, desenvolvi uma personalidade muito forte. Cheguei a dar muito trabalho aos meus pais, pelo excesso de força que expunha através de meus comportamentos. Cresci sendo uma garota muito geniosa! Era conhecida entre as pessoas, por essa característica (se é que posso chamar de característica). Para mim, tudo precisava estar perfeito (conforme as minhas percepções, é claro!). Sempre fui muitíssimo detalhista, observadora, e perfeccionista. Tanto que quando algo estava diferente do que esperava que estivesse, agia de forma impulsiva tanto sobre mim, quanto sobre os outros. E a longo prazo, tudo isso foi tornando-se cada vez mais negativo. Quando era uma criança, ou uma adolescente; as pessoas a minha volta, relevavam meus comportamentos. Afinal, era”apenas uma criança”, “apenas uma adolescente”. E tudo não passa de uma fase. Mas os anos vão passando. A maioridade já fazia estádia em minha vida. E precisa mudar. Caso contrário, perderia todas as pessoas a minha volta.

Quem te ama de verdade, te aceita como você é.

Apesar de cometer erros, fazia o que estava ao meu alcance para evitá-los. E sempre que cometia algum erro, entrava em um processo doentio, que mais parecia uma mutilação psicológica do que simplesmente culpa ou arrependimento. Sempre fui muito intensa sobre isso (e sobre tudo, confesso!). E apesar de passar por esses processos extremos, não aceitava ajuda externa. Pelo contrário, criei escudos. Sempre que alguém vinha até mim para me ajudar a lidar melhor com essas situações, respondia quase que automaticamente: “Sou assim, e não vou mudar por causa de ninguém”.

Quem te ama de verdade, te aceita como você é. Ok. Mas e você? Se ama e aceita como é?

Daí, a vida vem e vira a gente do avesso. Nos bagunça por completo. De repente, não são apenas nossos livros que estão desalinhados, ou nosso guarda-roupa com as cores fora de escala. A bagunça é caótica e generalizada, bem dentro da gente.  E aí, a gente descobre que -de fato- quem nos ama, nos aceita como somos. Mas esse processo, precisa começar dentro de nós. Jamais seremos verdadeiramente amados, quando não somos capazes de amarmos a nós mesmos.

Exerça o amor próprio. A partir daí, você saberá o que é ser amado verdadeiramente pelo o que você é.

Não conseguia reconhecer isso, mas…  O meu grito por ajuda, começava por meu comportamento. Por mais que vestisse várias armaduras, e fingisse –muito bem– que para mim estava tudo ótimo, uma voz gritava com muita força dentro de mim: “Quero, e preciso mudar! Não amo a pessoa que tenho sido. Não quero ser assim! Este não é meu eu verdadeiro”.

O processo de mudança, não é simples, mas é necessário.

Abri a minha mente, para a desconstrução. Abri minha alma para a cura. Abri meu coração para as mudanças e para o amor próprio. E apesar de saber que há um longo caminho pela frente, já posso afirmar que: Não há nada melhor do que estar bem consigo mesmo. Não há nada melhor do que amar a si.

Quando o amor nos preenche por completo, ele transborda, e invade quem está a nossa volta.

E foi exatamente o que aconteceu comigo. Descobri que só seria verdadeiramente e inteiramente amada pelas pessoas a minha volta, quando passasse a amar verdadeiramente e inteiramente quem realmente era. Ou melhor, descobri que só serei verdadeiramente e inteiramente amada pelas pessoas a minha volta, quando amo quem realmente sou.

E você? O que sente sobre si mesmo?

Gratidão por me ler. É honroso para mim. ❤


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Você é uma pessoa positiva?

VOCÊ É UMA PESSOA POSITIVA - POR THAIS LIRA - BLOG PONTO DA LIRA

Vamos falar sobre positividade e negatividade?

Começo com uma afirmação: Tudo é energia.

Não sei vocês, mas eu, já fui uma pessoa muito negativa. Muitas vezes, sem perceber, quase que de forma involuntária, estava sendo uma pessoa completamente tóxica às pessoas a minha volta, e principalmente: a mim mesma.

A negatividade colocava sobre minhas costas, uma carga tão pesada, que essa mesma carga se espalhava com muita força, por todos os ambientes quais eu frequentava.

Prova disso, era que eu vivia a minha vida, me metendo em intrigas, brigas, confusões. Meu nome estava sempre vinculado a situações delicadas e muito complicadas. Minhas amizades, relacionamentos pessoais e interpessoais, não provavam da durabilidade. Eu sabia que as pessoas tentavam, mas nunca permaneciam ao meu lado por muito tempo.

E por mais que eu dissesse às pessoas que não me importava com tudo isso, a grande verdade, é que eu me importava sim.

O que eu mais queria era simples: Ser amada e aceita.

Mas, pra que isso acontecesse de fato em minha vida, primeiramente: eu precisava me aceitar. Acontece que, no auge de minha insatisfação pessoal, fiz uma analise profunda e verdadeira sobre mim, e não fiquei contente com o que enxerguei. No íntimo do meu ser, eu ansiava por mudanças emergentes. Eu precisava mudar. E eu queria mudar.

O primeiro passo para a mudança, era admitir que estava sobrecarregada de negatividade.
O segundo passo, era ACEITAR que eu não precisava carregar e tampouco suportar essa carga negativa.
Como terceiro passo, precisava me livrar dessa carga negativa de uma vez por todas! Fazendo isso, eu daria espaço e total liberdade à positividade em minha vida.

Ser alguém positivo, é uma escolha. Uma escolha que exige uma mudança de comportamento; desde a maneira como você fala sobre as coisas, e sobre as pessoas, até sua perspectiva sobre elas.

A positividade, nos potencializa para abrirmos inúmeras portas, que até então, estavam fechadas.

Ser uma pessoa positiva, nos leva à concretização de planos, e à realização de grandes sonhos.

A positividade nos leva a enxergar uma OPORTUNIDADE mediante cada uma de nossas dificuldades; sejam elas interiores ou exteriores.

A positividade tem o poder de nos aproximar das pessoas, do Criador de todas as coisas, e principalmente: ela nos aproxima de quem realmente somos.

Não aceite ser uma pessoa negativa.

Não permita que negatividade se infiltre em sua alma, e faça uma distorção em cada uma de suas boas perspectivas. Não deixe que ela se torne um filtro, que funcione como um bloqueio para as coisas grandiosas que você tem a oferecer e a receber.

Acredite em mim: Você pode mudar essa realidade. Você pode mudar agora mesmo.
Abra o seu coração e receba essa oportunidade.

Encerro essa reflexão com a frase de Winston Churchill:

“Um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade.
Um otimista, vê uma oportunidade em cada dificuldade”.

Transforme cada dificuldade em uma oportunidade para tornar-se uma pessoa melhor e cada vez mais positiva. Uma pessoa próxima de quem você realmente é e veio para ser. Prove do contentamento. Não existe nada melhor do que ser uma pessoa contente. Acredite! Você merece o contentamento. Você merece a felicidade!

Caso tenha preferência, ouça essa reflexão:


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Qual o propósito de sua existência?

QUAL O PROPÓSITO DE SUA EXISTÊNCIA - BLOG PONTO DA LIRA - POR THAIS LIRA - definitiva
Qual o propósito de sua existência?

Há alguns anos atrás, publiquei em uma de minhas redes sociais, que éramos todos breves e passageiros. Falei sobre nossa temporária estádia neste mundo. Mencionei que não acreditava ser possível estarmos aqui sem um motivo, sem um “porquê”. Não consigo acreditar que termos sido colocados sob este céu, e termos tido a oportunidade de pisar sobre este solo, seja apenas um acaso do universo. Não acredito que estamos aqui, para uma vida vã, ou para vivermos em vão. E concluí meu pensamento, dizendo que enquanto questionamos tudo e todos, sentados, sem fazer absolutamente nada… O (nosso) tempo vai passando, e de repente:  Acaba-se o tempo. E com ele, vão-se os planos não realizados, os momentos não vividos, o amor não compartilhado, o tempo desperdiçado, a vida não vivida.

Acredito piamente, que cada um de nossos antepassados, passou por aqui por um motivo. E se estamos aqui, não tenho dúvidas: Há um propósito. A princípio, este propósito pode não ser muito claro a nós. Podemos demorar muito tempo para enxergá-lo, compreendê-lo e aceitá-lo. E pode ser que isso nunca aconteça. Pode ser que nossos olhos jamais contemplem o nosso real propósito na terra. Pode ser que, de repente, a vida passe. Pode ser que venhamos partir. E não haja nada além de alguém que partiu. Alguém que viveu como se nunca tivesse estado aqui.

Por outro lado, pode ser que em algum momento da vida, nosso propósito torne-se claro aos nossos olhos. Pode ser que nossos olhos o contemple, o compreenda, o aceite, e o vivamos até o dia de nossa partida. E quando isso acontecer, sentirão a dor de nossa partida, mas sobretudo, se lembrarão de quem fomos, de como vivemos. E guardarão consigo tudo o que deixamos em nosso percurso. E quando não estivermos mais aqui, e não houver mais nada de nós, ainda haverá.

Um legado.

Desde que compreendi isso, passei a tratar o porquê de minha existência, como prioridade. Mesmo havendo muitos questionamentos dentro de mim acerca do tudo, do todo, e principalmente: do EU; coloco meus olhos sobre o meu propósito. Trabalho minha mente para que ela esteja sempre direcionada à minha missão de vida.

Quando isso me ocorreu, percebi que tudo estava diferente a minha volta. Na verdade, tudo estava diferente dentro de mim.0338d5adf89b9df42ddc246749c15dee

Essa é a minha concepção sobre a minha existência.
E a sua, qual é?

Caso tenha preferência, ouça essa reflexão:

Update: Espero que tenham gostado da novidade. A ideia de reproduzir os artigos em áudio, veio a mim através de alguns amigos, há algum tempo (valeu, Ismael!). Mas foi através do super incentivo do meu irmão Raphael, que eu resolvi colocar a ideia em prática. Prometo ir aperfeiçoando, para que o áudio fique cada vez melhor a vocês.

Beijo e queijo!


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Entrevista: Ramai -Escritor e criador do projeto “Rimas Perdidas”

Por Thaís Lira

CAPA - ENTREVISTA RAMAI - RIMAS PERDIDAS - PONTO DA LIRA - F

Quando resolvi abrir essa coluna de entrevistas no blog, tinha um objetivo muito claro dentro de mim: Apresentar alguns dos milhares de artistas que temos em nosso país aos meus leitores.  Pois como devem observar, há muitos poetas, escritores, compositores que têm sido calado por uma onda de “artistas da cultura pop, que se formos críticos e analíticos, eles são tudo, menos artistas. Hoje, o “ser famoso” está sendo rapidamente e drasticamente confundido com “ser artista”. Então, lá vamos nós a tentativa de recuperar a arte e evidenciar os verdadeiros artistas.

Entrevista - RAMAI - Rimas Perdidas - Blog Ponto da Lira 001
Pasmem: A entrevista de hoje, foi feita com um jovem de apenas 17 anos. E teno absoluta certeza que vocês vão adorar!

Ponto da Lira: Ramai, é uma honra tê-lo comigo e com cada um de meus leitores aqui no blog. Vamos começar nosso bate-papo por uma pergunta básica? Quem é Ramai? Mas, quem é Ramais além da superficialidade?

Entrevista - RAMAI - Rimas Perdidas - Blog Ponto da LiraRamai: Ramalho Neto, conhecido por Ramai, 17 anos. Residente de Sousa, na Paraíba. Quem sou, além da superficialidade? Bom, nunca pensei igual a todos. Por isso, sempre tive dificuldades em me adaptar em ambientes comuns, com pessoas comuns. Naturalmente, tive dificuldade em fazer muitos amigos. Tenho poucos amigos. Mas o “fazer amigos” sempre foi uma questão problemática para mim. Então, a primeira coisa sobre mim, é que sou de poucos amigos. A segunda coisa importante sobre mim, é que ainda criança comecei a escrever versos e poesias. Da minha maneira, claro! Mas foi apenas aos 16 anos de idade, que passei a levar a poesia mais a sério. Aos 17 anos, criei o projeto Rimas Perdidas. Que tem crescido aos poucos. E mesmo não havendo uma legião de seguidores, aquele projeto já é minha vida.

Ponto da Lira: Sobre o que você escreve no projeto “Rimas Perdidas”?

Ramai: Escrevo sobre a realidade da vida. Mas também escrevo sobre as loucuras e as tristezas de minha própria vida. E como todo poeta, eu falo sobre o amor. Precisamos falar sobre o amor.

Ponto da Lira: Você é muito jovem. Mas já faz um trabalho muito maduro. Como foi que tudo isso começou em sua vida? Você enxerga a arte de escrever como um dom?

Ramai: Na verdade tudo na minha vida foi bastante precoce. Por isso, não me julgo um cara jovem por ter 17 anos. Eu não descobri até hoje se tenho algum dom (risos). Sempre escrevi músicas por ser apaixonado por essa arte. Mas com o tempo, eu fui lendo e descobrindo a poesia. Quando me encontrei, estava tão fissurado em transformar sentimentos em palavras, que nem percebi que havia virado um poeta. Então acho que o que fez me apaixonar pela poesia foi simplesmente ter descoberto sua existência (risos).

Entrevista - Ramai - Rimas Perdidas - Blog Ponto da Lira 005

Ponto da Lira: Então, além de escritor, você é músico? Conte um pouco sobre isso.

Ramai: A música é simplesmente poesia com instrumentos. Por tanto, ela sempre veio e vem junto comigo. Escrevo poesias e as transformo em “Ritmo e poesia” (RAP) com frequência. Às vezes penso que -quem sabe um dia- isso pode tornar-se um trabalho. Me inspiro bastante em cantores do RAP nacional em minhas sátiras. Por exemplo, Gabriel Pensador e grupo Oriente. Que são minhas maiores influências.

Ponto da Lira: Se fosse pra escolher entre ser um escritor e ser um musico, o que você escolheria como carreira?

Ramai: Acho que meu coração bate muito mais pela literatura. Neste caso, escolheria escrever. Talvez, pela calmaria que escrever me traz. Ou pela simplicidade que a escrita tem potencial de transmitir. Ou, escolheria por simplesmente ser minha maior paixão.

Entrevista - RAMAI - Rimas Perdidas - Blog Ponto da Lira 002Ponto da Lira: O que seus pais pensam sobre isso? Vocês conversam sobre sua carreira como escritor?

Ramai: Acho que meus pais não fazem ideia do quanto eu levo isso a sério. E para ser muito sincero, muitos de meus parentes, nem sabem que escrevo. Mas devo seguir meus passos. Pouco a pouco tudo acontece. Além disso, penso que meus sonhos devem caber a mim. Ainda assim, não me considero desincentivado. Pelo contrário! Eu apenas costumo não conversar muito sobre minha carreira, sobre os meus planos futuros, e sobre os meus sonhos. Pode ser puro medo meu de compartilhar meus sonhos, e alguém vir me dar choques de realidade (risos). E de uma forma conclusiva, eu sei que meus pais me apoiam. E que eles vão se orgulhar de mim, se eu me orgulhar.

Ponto da Lira: Como são os seus processos de criação? Você se inspira em situações cotidianas? Em coisas que lê, assiste, ouve?

Ramai: Escrevo em horas completamente aleatórias. Não consigo forçar nada. Deixo as coisas fluírem como elas quiserem. O cotidiano me inspira, meu coração me inspira, a solidão me inspira, tudo se transforma em poesia. Costumo achar que a inspiração é uma coisa passageira. Faz parte. Ela só vira eterna quando ponho no papel. Por isso quem vive de inspirações não pode deixar elas irem embora nunca. Por isso, escrevo. Escrevo sobre tudo que vejo, para contar quase tudo que penso.

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Ponto da Lira: Quais são seus planos para o seu Instagram de poesias? Pretende transformar em livro?

Ramai: Sim, com certeza! Acho que esse é um de meus maiores sonhos. Pretendo tirar o próximo ano para lançar e trabalhar em meu primeiro livro. Espero que se torne realidade. Não vejo a hora (risos).

Ponto da Lira: Além do livro, quais suas expectativas para os próximos anos?

Ramai: Eu sonho muito. Então, pretendo ir longe! Esse ano pretendo terminar meu primeiro livro.  E como disse anteriormente, pretendo trabalhar na divulgação dele próximo ano. Também pretendo iniciar novos projetos nos próximos anos. Espalhar poesia pelas ruas de minha cidade, do meu estado, do mundo todo! Garanto que voltarei aqui para falar sobre minha futura trajetória como poeta de rua (risos).

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Ponto da Lira: Vamos cobrar, ein? Ramai, qual conselho deixaria aos jovens que -assim como você- têm se interessado pela poesia?

Ramai: Vejo a poesia como uma das poucas saídas para salvar nossa cultura. Então, não importa quem seja ou que idade tenha. Se você quer poetizar, poetize. Peço que quem escreve e tem medo de expor seus sentimentos ao mundo,  repense muito sobre isso. Pois cada alma pensante é uma pequena esperança. A poesia salvará muitos! A poesia salvará mundos!

Update da Lira: O blog Ponto da Lira, encontrou as Rimas perdidas. Adorei, Ramai! Vou emoldurar. Vai ficar no cenário do blog!

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Ponto da Lira: Para finalizarmos nosso bate-papo, um jogo rápido? Vamos lá? 

1. A trilha sonora de sua vida: Alma Djen – Poeta.
2. Uma pessoa que te inspira: Zack Magiezi
3. Um filme que assistiria mil vezes: Não tenho um filme, mas a série “How i met you mother” nunca pararei de assistir.
4. Um lugar que você moraria para sempre: Em nenhum, a vida é curta demais para se fixar.
5. Um dia inesquecível: O dia em que eu disse “Adeus”.
6. O “Rimas Perdidas” para você, é: Meu universo, meu diário, minha biografia, é tipo um motivo para seguir em frente; Um sonho.
7. Ramai por ele mesmo: Todos os dias sou alguém novo.
8. Deixe o seu recadinho aos nossos leitores:  Jamais deixe de fazer o que ama, jamais deixe de ser criança e jamais se deixe morrer pelos males da vida.
9. Como podemos acompanhar o “Rimas Perdidas” nas redes sociais? Nosso instagram é @rimasperdidas, no Facebook é Rimas Perdidas e por enquanto só.
10. E você? Como podemos encontrá-lo? Meu Instagram pessoal é @ramai_, meu Facebook é Ramalho Neto e meu Snapchat é: Ramaineto.


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